Há uma certa enumeração imperfeita que por vezes faço uso, ou seja, tiro uma conclusão com base em casos favoráveis, omitindo (consciente ou inconscientemente) a existência de casos conhecidos, mas desfavoráveis.
A inteligência não pode fazer a prova do seu próprio valor. Não sei se continuo a aprender com os erros, talvez por ultimamente não compreender a sua fonte, já que a identificação de um erro é preceito exigível para evitar cair nele.
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