quinta-feira, 10 de outubro de 2013

The truth is out there

Difícil de aceitar este outro lado da realidade que parece tão distante do nosso mundo, da nossa vida, dos nossos obstáculos, do nosso amor,...
Parece uma desagregação bem lenta, desabrochando alguns potenciais de violência.
Esta lógica sugere, a urgência de uma solução, pois quanto mais tarde a adotarmos, mais longo, difícil e incerto será o caminho a percorrer.
A solução pela via federativa está sujeita a fortes condicionalismos de ordem política interna.
Do ponto de vista de segurança e de defesa, é evidente que a minha preocupação, se bem que francamente atenuada em face de uma mais ampla abertura, não poderá imediatamente diminuir.
Começo a duvidar da minha própria identidade. Não sei se será caso para tanto! Mas...mas há muita coisa posta em causa, que continua a navegar em mares tempestuosos, dispersos, que correm no meu sangue.
Será normal pensar na vida desta forma?
Problemática esta a minha maneira de pensar. Não consigo ficar isenta nestas questões paranormais.


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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Composto humano

Em psicologia racional, a alma define-se como princípio de vida, quer no sentido espiritual(vida psicológica), quer orgânico (vida vegetativa e motora).
Princípio  de pensamento e atividade, a alma encontra-se estruturalmente unida ao corpo, formando com ele o "composto humano".
Há quem defenda que após a morte, a alma irá reunir-se ao todo, com perda de individualidade e da consciência de si própria.
A alma manifesta-se na existência de um "eu"; é indivisível e é substancialmente distinta e independente do corpo.
A alma humana conserva a memoria da sua existência terrena.
A alma é distinta do corpo pelos seus atributos e independente dele quanto ao seu destino.
O corpo humano morre porque, composto de parte, estas dissociam-se quando o corpo, abandonado pela alma, fica privado do seu princípio vital.
Também não é na morte que se encontra solução.
"Não fomos positivos nem realistas; se tivéssemos sido, ter-se-ia equacionado o problema noutros termos.
É no reconhecimento de como somos que talvez esteja o segredo da solução do problema nacional; e  grave da hora que passa é que não olhamos para nós mesmos nem nos apresentamos como somos" - António de Spínola
Tento reunir todos os elementos que me compõem, até que atinjam estádios de integrabilidade.



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