Em psicologia racional, a alma define-se como princípio de vida, quer no sentido espiritual(vida psicológica), quer orgânico (vida vegetativa e motora).
Princípio de pensamento e atividade, a alma encontra-se estruturalmente unida ao corpo, formando com ele o "composto humano".
Há quem defenda que após a morte, a alma irá reunir-se ao todo, com perda de individualidade e da consciência de si própria.
A alma manifesta-se na existência de um "eu"; é indivisível e é substancialmente distinta e independente do corpo.
A alma humana conserva a memoria da sua existência terrena.
A alma é distinta do corpo pelos seus atributos e independente dele quanto ao seu destino.
O corpo humano morre porque, composto de parte, estas dissociam-se quando o corpo, abandonado pela alma, fica privado do seu princípio vital.
Também não é na morte que se encontra solução.
"Não fomos positivos nem realistas; se tivéssemos sido, ter-se-ia equacionado o problema noutros termos.
É no reconhecimento de como somos que talvez esteja o segredo da solução do problema nacional; e grave da hora que passa é que não olhamos para nós mesmos nem nos apresentamos como somos" - António de Spínola
Tento reunir todos os elementos que me compõem, até que atinjam estádios de integrabilidade.
(...)
Princípio de pensamento e atividade, a alma encontra-se estruturalmente unida ao corpo, formando com ele o "composto humano".
Há quem defenda que após a morte, a alma irá reunir-se ao todo, com perda de individualidade e da consciência de si própria.
A alma manifesta-se na existência de um "eu"; é indivisível e é substancialmente distinta e independente do corpo.
A alma humana conserva a memoria da sua existência terrena.
A alma é distinta do corpo pelos seus atributos e independente dele quanto ao seu destino.
O corpo humano morre porque, composto de parte, estas dissociam-se quando o corpo, abandonado pela alma, fica privado do seu princípio vital.
Também não é na morte que se encontra solução.
"Não fomos positivos nem realistas; se tivéssemos sido, ter-se-ia equacionado o problema noutros termos.
É no reconhecimento de como somos que talvez esteja o segredo da solução do problema nacional; e grave da hora que passa é que não olhamos para nós mesmos nem nos apresentamos como somos" - António de Spínola
Tento reunir todos os elementos que me compõem, até que atinjam estádios de integrabilidade.
(...)
Sem comentários:
Enviar um comentário