terça-feira, 27 de julho de 2010

É para o rosto humano que escrevo

É um fio que lanço e que vou agarrar no dia seguinte.

Escrevo na tentativa de desabafar. Nem sequer é uma questão de silêncio!
Escrevo em qualquer momento, em qualquer lugar; há uma grande diversidade de locais onde me posso exprimir e desabafar, através das palavras!
Para mim esses locais nunca são muito definidos, é como se vivesse em permanente transbordo de uma divisória para a outra, à procura de novos ângulos e vibração.

Gostava de poder exprimir a simultaneidade de emoções, de pensamentos, capacidade de mutação que atinge um ser vivo com a máxima profundidade do íntimo!

Nos meus textos nada se passa! É a atmosfera que conta.
O modo de contar, esse sim, já é uma maneira muito minha de transmitir um universo submerso: uma personalidade que poucos conhecem!

(...)

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