Dominar a natureza, assegurar-me do curso dos acontecimentos, tem sido e será, perpetuamente, o meu grande sonho.
Gostava de dispor, em meu próprio benefício, das forças naturais.
Adorava aprender esse tal fenómeno, denominado amor. Aprende-lo na sua fugaz aparência, a sua essência numa palavra, num sentimento.
Penso que ele comporta um risco que a razão assume.
Segura ou não da sucessão dos dias e das noites, faço os meus projetos, preparo tarefas e comportamentos futuros.
O meu tempo futuro é o signo, não da verdade ou da certeza que o significa, mas da probabilidade.
É dilatando o meu horizonte, penetrando o meu segredo, que a probabilidade irá tendendo para a minha certeza, como a função para o limite.
(...)
Gostava de dispor, em meu próprio benefício, das forças naturais.
Adorava aprender esse tal fenómeno, denominado amor. Aprende-lo na sua fugaz aparência, a sua essência numa palavra, num sentimento.
Penso que ele comporta um risco que a razão assume.
Segura ou não da sucessão dos dias e das noites, faço os meus projetos, preparo tarefas e comportamentos futuros.
O meu tempo futuro é o signo, não da verdade ou da certeza que o significa, mas da probabilidade.
É dilatando o meu horizonte, penetrando o meu segredo, que a probabilidade irá tendendo para a minha certeza, como a função para o limite.
(...)
Sem comentários:
Enviar um comentário